
Meus queridos leitores, (não repare no meu egocentrismo descarados / se tem algum leitor) primeiramente gostaria de manifestar minhas sinceras desculpas pelo quase abandono dessa página pessoal, não encare como descaso ou último plano, encare minha ausência como conseqüência da minha atuação externa e propagação da minha filosofia. Gostaria de agradecer àqueles que comentam (raro) e despejam suas opiniões ou difamações (embora ainda não tenha acontecido). Vocês me estimulam. Não poderia esquecer também da atuação figurinista daqueles que perdem tempo ou os usufrui neste blog. Obrigada, obrigada e obrigada.
Gostaria de centrar meu texto num assunto trivial, o poder de controle e manipulação dos atuais meios de comunicação.
Ao abordar este tema, entretanto, terei de grifar os meios de comunicação mais utilizados como a televisão, Internet, rádio entre outros.
Ontem, no dia 24, conversei com um ex-companheiro de classe num curso de línguas. Quando nos conhecemos éramos apenas criaturas joviais e com pouquíssimo raciocínio lógico. Bom, mas esse não é o nosso foco central.
Discutimos sobre a atuação da mídia e a forma como recebemos todas as suas intervenções.
Em sumo, apontei-lhe que assim como nossos avanços técnicos nos “beneficiam” (em termos), haveria de ter suas conseqüências. Por exemplo, temos acesso direto e no instante de assuntos, fatos e acontecimentos reveladores ao redor do mundo ou do universo como um todo. Porém, também temos acesso a mentiras, manipulações e nos tornamos escravos desses tão “adoráveis” meios. Meu ex-companheiro de classe se lastimava com a nova geração que aprendia de forma rápida e por isso desorganizada, descontrolada e sem censuras. Dizia o quanto nossa geração era diferente e “domesticada” comparando-se com a nova geração. Alertei-o que nossos tempos eram diferentes e que o meio externo afeta-nos muito. Não tínhamos acesso a certas coisas que temos agora e isso é um fator importantíssimo que nos difere da atual geração.
Temos escolhas e opiniões, podemos cessar o que não queremos ou não gostamos. As situações hoje são conseqüências de nossa acomodação. Quando desistimos de benfeitorias desistimos também de nossa mudança social. Onde estaria o nosso nacionalismo?
A população visa e pensa em causas negativas e coisas negativas e coisas que não queremos que se manifestem. Cansamos daquilo que se torna repetitivo como a mudança e esperamos que heróis mitológicos nos guardem ou divindades nos santifiquem. Pelo menos, isso seria mais fácil do que agir.
Certa vez Dr, Vitale disse:
“Você quer ficar ciente de seus pensamentos, escolhê-los com cuidado e também se divertir com isto, porque você é a obra-prima de sua própria vida. Você é o Michelangelo de sua própria vida. O Davi que você esculpe é você mesmo”.
* Data referente à inscrição do texto



