domingo, 30 de agosto de 2009


25/08/2009


Meus queridos leitores, (não repare no meu egocentrismo descarados / se tem algum leitor) primeiramente gostaria de manifestar minhas sinceras desculpas pelo quase abandono dessa página pessoal, não encare como descaso ou último plano, encare minha ausência como conseqüência da minha atuação externa e propagação da minha filosofia. Gostaria de agradecer àqueles que comentam (raro) e despejam suas opiniões ou difamações (embora ainda não tenha acontecido). Vocês me estimulam. Não poderia esquecer também da atuação figurinista daqueles que perdem tempo ou os usufrui neste blog. Obrigada, obrigada e obrigada.

Gostaria de centrar meu texto num assunto trivial, o poder de controle e manipulação dos atuais meios de comunicação.
Ao abordar este tema, entretanto, terei de grifar os meios de comunicação mais utilizados como a televisão, Internet, rádio entre outros.
Ontem, no dia 24, conversei com um ex-companheiro de classe num curso de línguas. Quando nos conhecemos éramos apenas criaturas joviais e com pouquíssimo raciocínio lógico. Bom, mas esse não é o nosso foco central.
Discutimos sobre a atuação da mídia e a forma como recebemos todas as suas intervenções.
Em sumo, apontei-lhe que assim como nossos avanços técnicos nos “beneficiam” (em termos), haveria de ter suas conseqüências. Por exemplo, temos acesso direto e no instante de assuntos, fatos e acontecimentos reveladores ao redor do mundo ou do universo como um todo. Porém, também temos acesso a mentiras, manipulações e nos tornamos escravos desses tão “adoráveis” meios. Meu ex-companheiro de classe se lastimava com a nova geração que aprendia de forma rápida e por isso desorganizada, descontrolada e sem censuras. Dizia o quanto nossa geração era diferente e “domesticada” comparando-se com a nova geração. Alertei-o que nossos tempos eram diferentes e que o meio externo afeta-nos muito. Não tínhamos acesso a certas coisas que temos agora e isso é um fator importantíssimo que nos difere da atual geração.
Temos escolhas e opiniões, podemos cessar o que não queremos ou não gostamos. As situações hoje são conseqüências de nossa acomodação. Quando desistimos de benfeitorias desistimos também de nossa mudança social. Onde estaria o nosso nacionalismo?

A população visa e pensa em causas negativas e coisas negativas e coisas que não queremos que se manifestem. Cansamos daquilo que se torna repetitivo como a mudança e esperamos que heróis mitológicos nos guardem ou divindades nos santifiquem. Pelo menos, isso seria mais fácil do que agir.
Certa vez Dr, Vitale disse:
“Você quer ficar ciente de seus pensamentos, escolhê-los com cuidado e também se divertir com isto, porque você é a obra-prima de sua própria vida. Você é o Michelangelo de sua própria vida. O Davi que você esculpe é você mesmo”.

* Data referente à inscrição do texto

domingo, 16 de agosto de 2009

Realidade


31/07/2009*


Foi tentando corrigir minha ortografia quando por ímpeto me abateu uma curiosidade. Na realidade, me deparei com um vídeo que aparentemente descreveria o que eu necessitava. Observei o vídeo pelo completo um minuto de sua duração. Percebi de imediato que não se correlacionava com o que eu realmente buscava, porém minha presunção não me permitiu fechar aquela aba que futuramente seria causadora de meu mal estar. Observei com meus olhos ávidos e amedrontados àquelas ações grotescas enquanto minha mente e meu corpo imploravam para que eu cessasse tudo aquilo. Meu desespero me impossibilitou, drenou minhas forças. A cada segundo eu ardia com a ânsia de que as supostas ações que observava não se realizassem com aquele pobre condenado, que algum milagre, adversidade ou atitude destruísse a açõe funesta que eu observava ante meu velho computador, acabassem com o martírio do moribundo e que assim acabassem também com o meu. Mas não, nenhuma divindade interferiu e o ato se completou. Não sabia e ainda não sei o porque de realizarem aquele ato. Não me interessa, nenhuma atitude maléfica que o homem poderia ter um dia cometido justificaria tal punição. Seu corpo e orifício banhados por sangue permaneceram ali, como um nada. A população que observava e retomava sua vida aplaudia, e eu, a espectadora cibernética, estava ali estarrecida, amedrontada, enjoada... Permita-me confessar que fiquei envergonhada por ser humana.

Nota : HU.MA.NO adj. 1.relativo ao homem. 2.humanitário.
Nota : HU.MA.NI.TÁ.RI:O adj.Que ama os seus semelhantes; humano. [Opõe-se a inumano, cruel]

Rio ao tentar cogitar onde estaria o “amar o semelhante”, talvez esteja guardado no dicionário porque humano nunca seremos.
Ah, não, não me diga que esta definição está ultrapassada e que podemos aplicá-la em tempos primórdios. Não posso aceitar, porque embora o vídeo fosse recente, eles aplicavam uma das torturas mais utilizada alguns séculos antes de cristo. O empalamento. Como me assombro simplesmente por ter de escrevê-lo. Aplicavam estacas ou qualquer material pontiagudo no reto, umbigo, peito, boca ou vagina perfurando-os e perpassando até o extremo do indivíduo. Essa estaca permitia que o “ser” permanecesse suspenso até a sua morte que poderia demorar dias, horas ou minutos. No ato dessa tortura evitava-se perfurar o coração, prolongando mais a dor do condenado.
Penso nesse momento o quanto a guilhotina seria mais desejada, isso é quase inverossímil!

Quanto mais eu vivo e involuntariamente cresço penso o quanto seria melhor somente sobreviver.
Vivo 6.205 dias e não permitirei que um único dia destrua o resto da minha vida, ainda não desisti da humanidade...

* Data referente à inscrição do texto

domingo, 9 de agosto de 2009

O que é viver


09/08/2009*


No decorrer da nossa trajetória perene nos deparamos com atrocidades sem soluções, com julgamentos sem decisões, diferenças que pulverizam amargamente os mais belos tenores, conhecemos os mais pelos e suntuosos jardins, perdemos oportunidades que nos rodeiam incansavelmente se somos fracos e dominam nossa paz, renovamos sonhos, perdemos ou ganhamos batalhas que nos fazem pavonear, alimentamos cólera e dor, nos inebriamos com calorosas paixões, as quais, dizíamos serem eternas e no desenrolar das histórias não se passavam de aventuras ou loucuras, elas morriam, perdiam suas colorações e suas faíscas talvez fosse as únicas coisas vivas e que provariam que aquela paixão do seu âmago um dia existiu ou nem elas restaram, choramos ao contemplar fotos antigas pulverizadas, nos esquecemos de fatos, perdemos conhecidos, colegas, amigos, pais e choramos ante suas lápides mofadas e abandonadas como um nada enquanto nossas lágrimas são as únicas coisas que tocam aquele solo lúgubre, nos atrasamos e esperamos, rimos com absurdos que momentaneamente são jocosos mas depois, nos perguntamos onde estaria tanta graça, acertamos ou erramos e nos martirizamos por isso, pensamos que não temos escolhas ou temos demais, sentimos diversas fragrâncias e sabores, sentimos medo e muita das vezes ele nos impossibilita, nos deixamos ser influenciados ou influenciamos e se observarmos, sem querer nós vivemos, envelhecemos e enfim morremos.

Ao pensar na morte, nesta forma de liberdade, me pego presa à uma pergunta que é conseqüência da minha vida, “ o que eu realmente fiz?”, temos tempo para agir, então por que não agimos? Porque quando não se nasce príncipe é necessário batalhar e para concretizarmos nossos sonhos teríamos que passar por um longo e árduo caminho. Temos que nos munir e quase sempre não sabemos como começar. Temos medo, mas não que sejamos fracos, simplesmente tememos, pois somos humanos. Não queremos errar, queremos que nos reconheçam e que sejamos santificados.

Alguns preferem “viver intensamente como se cada dia fosse o último”, atenção leitor, pensador, essa filosofia é um alicerce que conspira a favor da destruição mundial, pois devido à esse pensamento os seres humanos agem de forma impensada, atravessando anos-luz para alcançar o que almeja de maneira rápida e esquecendo assim que não se erguem castelos em segundos.

Viver é almejar, esboçar os anseios, construir, finalizar e compreender o tempo. Não tente viver, pois viver é involuntário, tente aprender racionalmente o que a vida proporciona, pois ela não é passageira, ela é auto-suficiente.


* Data referente à inscrição do texto

sábado, 8 de agosto de 2009

Poesia: Admoestações da natureza


29/07/2009*

Arregacei as mangas de minha camisola, pois queria sentir o ar gelado rodear meus braços. Abri o outro lado da janela para permitir que todo esse ar me cercasse e talvez me confundisse.
Paro com a caneta na mão e observo as pessoas caminharem com seus passos lentos ante minha janela, alguns nem percebem minha presença, outros, tão entretidos com seus aparelhos que emitem sons com as mais variadas melodias, aparelhos esses que advém da Terceira Revolução Industrial (Revolução Científica e Tecnológica). Outros sons perturbavam esta noite gélida, olhando para o céu, me deparo com jatos barulhentos que mesmo em meio de tempos nebulosos são capazes de cortar o céu e emitir suas luzes ofuscantes. Um carro barulhento corria através da rua, não o vi, mas o ouvi. Estava ficando sensível à sons. Queria fechar a janela, desligar as luzes e me esconder sob as cobertas como se fossem os braços de meus pais, mas não o fiz. Continuei inerte com minhas anotações e não parava de escrever. Por vezes, ajeitava meus óculos e me acomodava em outra posição para que minhas costas não reclamassem.
Mas aquela turba continuava a vagar e balbuciar palavras que não possuíam sentido algum.
Parei para observar as partituras jogadas sobre a minha mesa, eram os arranjos de Mozart que recheavam aquela folha. Mais uma vez, aquele barulho de automóvel da época, palavras de pessoas vis e bacias voadoras que cortavam o céu. Os sons por eles proporcionados entravam em minha mente e como amplificadores eles rondavam todos os meu pensamentos, pulverizando a minha sanidade. Eu desejei pela primeira vez não ouvir mais nada, parecia preferível me perder inerte na solidão do meu silêncio, ao menos ali, aqueles ruídos agonizantes da natureza que me implorava e chorava por ajuda não me deixaria tão emotiva. Ela me sensibilizava com seu uivo colérico e jorrava suas palavras com o vento gelado que teimava em levar minhas anotações. Eu interpretava suas falas e as traduziam neste papel. Se não as escrevessem, elas me atormentariam como espectros e transbordariam em meus pensamentos. É impossível ignorar, escrevo para esvaziar a minha mente e talvez assim eu poderia dormir em paz.

* Data referente à inscrição do texto

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O que eu vejo...




Estava me locomovendo pelas ruas do centro através de um meio de transporte comum, o qual todos podemos ter acesso e tentei dissertar sobre as características de um país emergente. Sua característica conspícua seria o processo de favelização intensa que advém de uma industrialização tardia. Não que em países de grande estabilidade esse processo natural de favelização não ocorra, na realidade, ocorre sim, mas de uma maneira não tão intensa. Dando prosseguimento, o que me chamou atenção nesses acontecimentos seria a ausência da produção de um sentimento que gera mudança, a forma de como os habitantes aceitam essa situação e se condicionam a uma vida de eterna miséria; Não seria tão assustador que essas pessoas não se comovam com seu próprio estilo de vida, mas o assustador se encontra na forma de como submetem também a vida de seus filhos. Enfim, desencadeiam um aumento no índice de mortalidade infantil entre outras coisas que somos obrigados a assistir todos os dias.

Gostamos de identificar erros e culpar algo ou alguém pelo que está ocorrendo, assim como apontam o governo como o foco principal dessa deficiência. Parcialmente essa culpa se fragmenta, seria a origem de todo o mal o patrimonialismo, personalismo e autoritarismo que implantamos em nossa nação ou também os habitantes que se condicionam a esse estilo de vida não são tão puros quanto parecem?

Enquanto eu me fascinava com os deslumbres dos edifícios das áreas nobres, aquelas construções feitas com esmero que infelizmente formavam um “paradoxo” devido a casas que rodeavam esses belíssimos palácios. Essas casas que mais pareciam ruínas, que perderam suas cores e identidades, pois as desigualdades as tornaram em sucatas, estas sucatas que todos pareciam ignorar. Sim, os habitantes requintados faziam questão de ignorar os problemas da sociedade, pois não os afetavam. Não era difícil perfilar os poucos favorecidos daqueles com grande poder aquisitivo. Estes não apresentavam uma suntuosidade exorbitante como costumamos imaginar, aparentemente eram crédulos, mas isso eu sabia perfeitamente que não eram. A forma angelical de se mover e o esboço dos sorrisos imaturos em lábios leves e delicados, com tez ofuscante e os melhores tratamentos capilares, era isso o que eu via. Suas vestes eram simples e eles pareciam não se incomodar com tendências que regem o mundo da moda. De uma forma cômica, esses dominadores de capitais passeavam de maneira lívida e relaxada. Alguns levando seus animais para passearem, animais estes que recebem do melhor tratamento, isso também poderia se notar com facilidade.
Já as infelizes, essas realmente possuíam semblantes assustadores, a miséria realmente assusta. Seus olhares profundos, perdidos, cansados...Porém, não se poderia encontrar nenhuma credulidade. Seus trajes também eram simples, mas eram sujos, estavam sempre com pressa e vagando sem rumo entre as construções antigas, alguns estavam com os pés nus e com uma coloração de dar asco, seus cabelos formavam emaranhados e não possuíam vitalidade alguma. Temi passar pelos rastros que deixavam ao se locomoverem, pois nunca havia visto rostos tão lúgubres e tive medo de me influenciar.

Em sumo, é isso que se pode observar. Essa acentuação das diferenças. É quando me pergunto se essa discriminação terá um fim, se é apenas uma fase ou se ao menos esse desleixo dos desfavorecidos irá acabar e eles despertarão para a busca de melhorar a condição de vida que se submeteram. Porque de certa forma, você é o que tem, essa é a realidade.

domingo, 2 de agosto de 2009

Conhecendo o autor

Meu caro leitor,
deixarei claro que as características e opniões a seguir não são imutáveis,
alias, foram 17 anos de pesquisas com mudanças consideráveis. :)

Não começarei meu texto de forma oriunda, tentarei ser a mais fiel possível ao me retratar,

evitarei devaneios ou comentários absortos.

Quero deixar bem claro que a minha estratégia não seria persuadir alguém e se for necessário apontar meus pontos negativos serei mais lívida ainda; Não que isso me torne crédula ou tola, mas na realidade, interpreto que isso seja uma forma de exatidão.

Começarei apontando o que gostaria de ser ou ter, posteriormente direi o que penso sobre os fatos mundanos e terminarei abordando o que realmente sou. Não se assuste se eu não seguir a risco os parágrafos, até porque meu defeito se resume em esquecer algumas coisas.

Recordo-me perfeitamente de quando era ingênua e possuía objetivos ao envelhecer que hoje digo que não se passaram de ilusões de uma mente insânia, mas também me recordo de características involuntárias que sempre estavam presentes no meu cotidiano; Seriam elas: assaltar um pote de açúcar ou afagar um animal indefeso e quase matá-lo com meu excesso de amor. Sim, de forma cômica essas características continuam presentes no meu “eu” e de certa forma, me completam mais do que nunca formando minha essência. São minhas características imutáveis. Acredito que numa certa idade, não importa qual, passamos por momentos que serão inesquecíveis, é essa a fase mais alegre da nossa vida; A fase em que não nos importamos com as dificuldades porque estamos fortes o suficiente para ultrapassá-las, fase em que sorrimos por motivos simplórios, e que na realidade não possuem graça alguma! Você ri e se completa nesse êxtase, nessa maravilha, não existe nada melhor. Os anos passam e você simplesmente teme que essa felicidade passe, os dias correm de uma maneira que você não consegue acompanhar, mas, nada é para sempre e essa felicidade acaba. Chega ao fim, tão rápida e melancólica, você duvida que tudo aquilo que passou realmente existiu ou não se passou de loucuras de uma mente insânia. Passei por esse período, não que agora eu esteja num estado completo de torpor, continuo alegre sim, mas nada que se compare com aquele momento simplório.Nos momentos de nostalgia tento afagar o passado.

O que anseio fervorosamente é deitar sob um céu estrelado e a brisa gélida adentrar em minhas narinas me transmitindo um aroma como nunca antes pude sentir, fecharia os olhos e não pensaria em nada e ao abri-los veria que não era uma ilusão. Percorreria as mãos entre a grama malhada e talvez, involuntariamente dormiria, seria bom nunca mais acordar e eternizar aquele momento.

O que vejo é a tecnologia atingindo o cume da desigualdade, dale 3ª revolução industrial!!!

Apreciamos os prédios arcaicos que nos contam histórias belíssimas sobre nosso povo, aqueles prédios com ornatos, cores e fantasias, não se passam de ruínas. Me perco com músicas americanas, indianas e até espanholas ... Mas onde estaria nossa música brasileira, se resume no que encontramos nas periferias da cidade? Dale nacionalismo!!!

Chego a rir com tanta vulgaridade que encontramos nas ruas da nossa cidade, violência, cárceres lotados, falta de reconhecimento, insatisfação, dor, injustiça, desmatamento, preconceito, guerra e tormento. Rio para não chorar, por mais que seja impossível não derramar uma lágrima de sangue sequer com o que vejo e ouço, às vezes, cogito se não seria melhor não ver, ouvir e falar, mas aí, eu seria só mais uma pessoa com o rosto igual dos que me deparo nesta turba violenta, não posso e NÃO vou ignorar; Se ignorasse, quase me pegaria me tornando gente.

Quem sou eu? Ta aí uma pergunta que eu jamais poderei responder...

Acredito que certas coisas na vida não poderiam ter um sentido concreto que nos permitam conhecer e apurar os fatos. Talvez isso só nos levariam ao descontrole e nos matariam, mais do que já tentamos involuntariamente.

Passei os 17 anos da minha vida iludindo-me com o desejo de que eu poderia possuir uma especialidade, poderia me diferir de todos os seres vivos por isso. Se houvesse uma epidemia pairando no mundo eu seria imune, se somente uma pessoa possuísse um dom eu seria portadora dele, com todos os atos terroristas pulverizando a santidade e nossa alegria ele jamais poderia me atingir...Desde os primórdios eu sabia que não se passava de credulidade. Sim, eu era e sou crédula, mas não tenho vontade de acordar em meios aos destroços, só pretendo me erguer de forma que não me machuque tanto, pois eu precisava e preciso dessa ilusão para me manter durante minha existência.

Posso ser uma guerreira, mas não sonho com a Valhalla, posso ser uma deusa, mas não sonho com o Monte Olimpo, posso ser um réprobo, mas não temo o Reino de Hades, posso ter ganância, mas não sonho com Eldorado, posso ser pura, mas não sonho com o Jardim do Éden, posso ser devota, mas não sonho com Camelot...

Deixarei minhas idéias perdurarem séculos e se chocarem com o universo.