deixarei claro que as características e opniões a seguir não são imutáveis,
alias, foram 17 anos de pesquisas com mudanças consideráveis. :)
Não começarei meu texto de forma oriunda, tentarei ser a mais fiel possível ao me retratar,
evitarei devaneios ou comentários absortos.
Quero deixar bem claro que a minha estratégia não seria persuadir alguém e se for necessário apontar meus pontos negativos serei mais lívida ainda; Não que isso me torne crédula ou tola, mas na realidade, interpreto que isso seja uma forma de exatidão.
Começarei apontando o que gostaria de ser ou ter, posteriormente direi o que penso sobre os fatos mundanos e terminarei abordando o que realmente sou. Não se assuste se eu não seguir a risco os parágrafos, até porque meu defeito se resume em esquecer algumas coisas.
Recordo-me perfeitamente de quando era ingênua e possuía objetivos ao envelhecer que hoje digo que não se passaram de ilusões de uma mente insânia, mas também me recordo de características involuntárias que sempre estavam presentes no meu cotidiano; Seriam elas: assaltar um pote de açúcar ou afagar um animal indefeso e quase matá-lo com meu excesso de amor. Sim, de forma cômica essas características continuam presentes no meu “eu” e de certa forma, me completam mais do que nunca formando minha essência. São minhas características imutáveis. Acredito que numa certa idade, não importa qual, passamos por momentos que serão inesquecíveis, é essa a fase mais alegre da nossa vida; A fase em que não nos importamos com as dificuldades porque estamos fortes o suficiente para ultrapassá-las, fase em que sorrimos por motivos simplórios, e que na realidade não possuem graça alguma! Você ri e se completa nesse êxtase, nessa maravilha, não existe nada melhor. Os anos passam e você simplesmente teme que essa felicidade passe, os dias correm de uma maneira que você não consegue acompanhar, mas, nada é para sempre e essa felicidade acaba. Chega ao fim, tão rápida e melancólica, você duvida que tudo aquilo que passou realmente existiu ou não se passou de loucuras de uma mente insânia. Passei por esse período, não que agora eu esteja num estado completo de torpor, continuo alegre sim, mas nada que se compare com aquele momento simplório.Nos momentos de nostalgia tento afagar o passado.
O que anseio fervorosamente é deitar sob um céu estrelado e a brisa gélida adentrar em minhas narinas me transmitindo um aroma como nunca antes pude sentir, fecharia os olhos e não pensaria em nada e ao abri-los veria que não era uma ilusão. Percorreria as mãos entre a grama malhada e talvez, involuntariamente dormiria, seria bom nunca mais acordar e eternizar aquele momento.
O que vejo é a tecnologia atingindo o cume da desigualdade, dale 3ª revolução industrial!!!
Apreciamos os prédios arcaicos que nos contam histórias belíssimas sobre nosso povo, aqueles prédios com ornatos, cores e fantasias, não se passam de ruínas. Me perco com músicas americanas, indianas e até espanholas ... Mas onde estaria nossa música brasileira, se resume no que encontramos nas periferias da cidade? Dale nacionalismo!!!
Chego a rir com tanta vulgaridade que encontramos nas ruas da nossa cidade, violência, cárceres lotados, falta de reconhecimento, insatisfação, dor, injustiça, desmatamento, preconceito, guerra e tormento. Rio para não chorar, por mais que seja impossível não derramar uma lágrima de sangue sequer com o que vejo e ouço, às vezes, cogito se não seria melhor não ver, ouvir e falar, mas aí, eu seria só mais uma pessoa com o rosto igual dos que me deparo nesta turba violenta, não posso e NÃO vou ignorar; Se ignorasse, quase me pegaria me tornando gente.
Quem sou eu? Ta aí uma pergunta que eu jamais poderei responder...
Acredito que certas coisas na vida não poderiam ter um sentido concreto que nos permitam conhecer e apurar os fatos. Talvez isso só nos levariam ao descontrole e nos matariam, mais do que já tentamos involuntariamente.
Passei os 17 anos da minha vida iludindo-me com o desejo de que eu poderia possuir uma especialidade, poderia me diferir de todos os seres vivos por isso. Se houvesse uma epidemia pairando no mundo eu seria imune, se somente uma pessoa possuísse um dom eu seria portadora dele, com todos os atos terroristas pulverizando a santidade e nossa alegria ele jamais poderia me atingir...Desde os primórdios eu sabia que não se passava de credulidade. Sim, eu era e sou crédula, mas não tenho vontade de acordar em meios aos destroços, só pretendo me erguer de forma que não me machuque tanto, pois eu precisava e preciso dessa ilusão para me manter durante minha existência.
Posso ser uma guerreira, mas não sonho com a Valhalla, posso ser uma deusa, mas não sonho com o Monte Olimpo, posso ser um réprobo, mas não temo o Reino de Hades, posso ter ganância, mas não sonho com Eldorado, posso ser pura, mas não sonho com o Jardim do Éden, posso ser devota, mas não sonho com Camelot...
Deixarei minhas idéias perdurarem séculos e se chocarem com o universo.
hiihi... seu mundo doce é mara, sua ideia das coisas que acontecem ao nosso redor sao claro Logicas e Satifatorias.. nao sou critico mas ADOREI u que lii nesse blog...
ResponderExcluirNossa... muito maneiro!
ResponderExcluirme indentifiquei com algumas coisaa.. principamente a parte Passei os 17 anos da minha vida iludindo-me com o desejo de que eu poderia possuir uma especialidade, poderia me diferir de todos os seres vivos por isso no meu caso naum foi os 17 mais sim 18!!
achu q todo mundo tem isso no meu caso 18... axu q todo mundo é assim e como as pessoas aumexam ser diferentes!